sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sonhos



A vida é mesmo feita de sonhos. E é a possibilidade de realizá-los que nos permite continuar vivendo.
Uma pessoa sem sonhos não tem ânimo de viver. Assim também é uma pessoa que tem sonhos tão importantes e ainda assim não tem a possibilidade de realizá-los.
Eu tenho meus sonhos, e eu vivo por eles. São coisas simples, nada de mais. Nada que a humanidade não venha fazendo desde quase sempre. Ter casa, trabalhar, ter filhos, ter marido. Não é grande coisa, é só o meu maior sonho. Ter a minha vida e algo que um dia eu possa chamar de minha família, um canto onde eu possa me sentir assim, segura.
Mas esses sonhos são tão tão importantes pra mim que dia após dia eu morro um pouco por ver o quanto estão longe de serem realizados. Tenho um medo tão grande de não chegar a vivê-los. Tão grande.
É isso. Será que as pessoas chegam mesmo a viver seus sonhos ou é só a busca por eles que conta?

Qualquer hora eu jogo tudo pro alto e vou ser feliz no meio do mato.

(Imagem DAQUI)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sobre o que não pude ser



Eu era um anjo.
Nasci assim. Eu acho. Não tenho muitas lembranças e nem sei se tenho idade. Nem sei se nasci.
Nunca encontrei deus nem nada parecido. Na verdade, nem sei se eu era mesmo um anjo.
Tudo o que eu sei foram coisas que os outros me contavam.
Sei que eu não tinha sexo e, confesso, eu sentia uma coisa estranha ao olhar pro meu corpo e não ver nada que me caracterizasse.
Pra dizer a maior verdade de todas, eu nem sei se eu era eu mesmo ou outro deles ou se era sonho.
Passava meus dias vagando por aí sem saber muito bem minha função. Não sentia muita coisa, mas dentro de mim eu acreditava que devia ajudar as pessoas.

Conheci uma garotinha com câncer num hospital. Acompanhei tudo o que pude do resto da sua vida. Ela era linda, mesmo que também já não tivesse nada que a caracterizasse e nem soubesse se a luta pela vida era sua ou da sua família.
No dia em que ela deixou seu corpo físico, ela falou comigo.
Veio me dizer que viver era bom.
Falou sobre o sabor da groselha e do bolo de fubá. Falou do cheiro das flores e do vento da praia. Falou sobre frio e calor. Sobre banho quente, sobre o abraço, sobre o primeiro sorriso de um bebê, sobre a sombra das árvores.
Ela me falou do amor.
Hoje penso que quando a alma deixa o corpo, deixa também todas as suas dores e todas as lembranças de sofrimento.
Mas naquele momento eu não sabia disso. Pedi pra ser humano. Queria sentir.

Eis que nasci humano. E disso eu bem me lembrei.
Fui um bebê menina. Chorava o dia todo, não conseguia dormir a noite. Senti fome, muita fome. Senti tanto frio! Tinha que passar o dia com o traseiro melecado dentro de uma fralda porque muitas vezes meus donos não tinham tempo de me limpar. Fui deixada na casa de parentes que não se importavam muito. Às vezes me alimentavam quando eu reclamava de dor e me limpavam quando reclamava de sono.

Comecei a falar e a andar muito rápido. Não aguentava aquela situação, precisava ser dona de mim porque daquele jeito estava difícil.
Não adiantou muita coisa. Pedia uma coisa, ganhava outra. Ninguém entendia minhas palavras. Sempre que andava vinha alguém me segurar achando que eu ia cair. Dava birra e brigavam comigo. Pouco tempo depois começaram as palmadas.

Me colocaram na escola. Aprendi muita coisa divertida com as outras crianças. Quando tinha raiva, não precisava mais espernear, era só xingar. Se não resolvesse, eu batia uma porta ou outra e estava aliviada. Fazia loucuras, cortava meu cabelo, rasgava livros, corria. Ahhh, como era bom correr. Meu primeiro ralado no joelho eu pude sentir no coração a dor.
Nessa fase, menino, menina, não fazia diferença. Era todo mundo igual, todo mundo se gostava tanto, mesmo que brigassem. O amor...

O tempo passou. Como qualquer ser humano eu cresci. Cheguei na fase em que ser menino ou menina fazia toda a diferença. Aquele amor que as crianças sentem começa a ser direcionado mais a uma ou outra pessoa. Eu era um anjo. Eu não tinha sexo. Eu não sabia quem eu era.
Me apaixonei por uma menina que era muito amiga minha. E por que não? Ela me ajudava na escola, ela brincava comigo, ela segurava a barra quando meus pais não entendiam a complexidade da minha cabeça (que foi de anjo, a bebê e agora, adolescente). Eu a amei tanto que seria capaz de fazer qualquer coisa pra vê-la sorrir porque era essa a sensação que ela me trazia.
Não entendia o quão forte o amor podia ser, mas achava que se ficasse só pra mim o meu peito poderia explodir. Falei pra ela. Falei de forma escrita. Através de uma cartinha. A verdade é que eu não queria nada em troca, só que ela soubesse.
Mas aí ela nunca mais falou comigo. Os colegas começaram a me apontar o dedo e caçoar.
A notícia chegou em casa. Meus donos me deixaram de castigo. Não sem antes levar uma surra.

Ninguém me avisou que, como únicos seres capazes disso, era proibido amar. Desejei voltar, ser o anjo que um dia eu fui. Sem sexo. Eu não podia amar, eu não podia sentir. Mas jamais havia sido repreendida dessa maneira. Eu chorei, chorei tanto que achava que meus olhos sairiam do meu corpo, que as veias da minha cabeça fossem estourar.
Quando anjo eu via as tragédias no mundo e pensava "se esses seres fossem capazes de amar...". Porque mesmo que eu não pudesse sentir, os outros me diziam que esse amor existia e que ele podia salvar o mundo. Mas a verdade é que eles são, eles são capazes de amar. Mas eles não querem. Ou não podem. Por alguma lei maluca que não está escrita em nenhum lugar, as pessoas não podem amar umas às outras, elas não podem amar seus semelhantes.

Perdi a amiga, perdi meu amor. Perdi meus donos. Perdi a escola. Fugi de casa. Viajo de cidade em cidade disfarçada de garoto trabalhando e sofrendo. Oro todos os dias pra voltar a ser anjo, mas acho que não se anda nessa ponte no caminho contrário.
Ninguém me falou do ódio. Não quero mais amar.

(Peguei a imagem AQUI)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Sobre o que nunca soube depois do fim

Ela tinha um brilho nos olhos de dar inveja. Sorria tão profundamente e tão sinceramente que contagiava a quem estivesse por perto.
Dava um abraço apertado, sentido. Um beijo forte no rosto sempre que cumprimentava alguém de quem gostava.
Ela tinha um aperto forte de mão. Ela ria dos outros. Ela gostava de muita gente de longe e desgostava de muita gente de perto.
Ela sofria profundamente cada sofrimento por menor que fosse e vivia cada momento de alegria numa intensidade invejável.
Ela tinha o nariz vermelho e o cabelo também. Madeixas cacheadas, enroladas como a vida dela.
Mas a melhor de todas as coisas. Ela me amava. Ela me amou tanto, tão doído. Eu sabia que ela podia sentir bem no fundo aquela dor de amor a cada segundo. Eu era sua inspiração. Eu era sua vontade de viver.

Então as coisas mudaram de rumo.
Suas mãos enrugadas entregavam a rapidez com a qual envelhecia sua mente.
Pés frios entregando a temperatura de sua alma.
O coração descompassado, enlouquecendo mais a cada dia.
Eu, de alguma forma, a matei.
Ela já não era quem um dia foi e eu não gostei do que ela se tornou.
Ela mudou por mim tudo o que fazia dela um ser único e eu queria mais.

Sem dar muito de mim além da minha sinceridade, terminamos.
Eu segui meu rumo, estudei, trabalhei, conheci pessoas, me diverti.
Nunca mais tive notícias dela ou de sua família. Me ensinaram a não manter relações com o passado.

Ela, já sem amigos, com os sonhos destruídos, destruiu a si mesma em uma tarde de sol.
Apenas dois dias depois alguém sentiu falta (ou sentiu o cheiro de defunto) e entrou no quarto...
Esse alguém foi o cachorro.

(Imagem DAQUI)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quero e preciso

Escena de la pelicula Into the wild / Into the wild film scene

Quero sair por aí

viajar.

Quero acampar

fazer fogueira

dançar na chuva

apostar corrida

rolar na lama

nadar sem roupa

ver o sol nascer

ver a lua chegar

olhar as estrelas

respirar ar puro

subir em árvore.

Quero ser feliz

ser eu mesma

ser criança.


(Imagem do filme Into the Wild)

domingo, 22 de maio de 2011

Reflexão sobre o fim de semana



É difícil viver com uma pessoa que tem valores tão diferentes dos seus.
É difícil viver com a família dessa pessoa.
É difícil conviver.
É difícil tratar bem quem não te quer bem.
É difícil não julgar as atitudes.
Mas o mais difícil de tudo é ter que ficar de boca fechada pra não criar mais problemas.
É difícil tentar não magoar ninguém.
E é aí que eu me magôo.
E eu, magoada, fico chata.
Fico brava.
Fico seca.
Fico carente.
E dessa forma ofendo aos outros.
Talvez eu prefira que me enxerguem como o problema do que falar qual é o problema e ser odiada por odiar alguém que me odeia.
E as pessoas pensam que presentes demonstram carinho.
Acho isso o máximo:
"Vou te difamar pra cidade inteira, nas suas costas, na sua frente. Vou te ofender diretamente. Não, não será só por um dia ou uma semana. Será por um ano, dois ou três. Mas não se preocupe, te trago uma lembrancinha quando voltar de viagem."
Me admira que pessoas admirem pessoas que considero tão egoístas.
Me admira que pessoas possam endeusar pessoas que acho tão oportunistas.

Acho que a solução é sim ficar longe, porque cada vez que sou obrigada a conviver, saio com vontade de dar um tiro na minha própria cabeça pra que ela pare de odiar alguém desse tanto!
Juro que estou tremendo de ódio até agora.
Me deixa ficar longe...


(Não sei de quem é a imagem mas tirei DAQUI)

sábado, 14 de maio de 2011

Contradição



Eu juro que não entendo o sentido de usar forro de mesa! Daqueles que cobrem a mesa toda e não são transparentes...
A pessoa escolhe a mesa mais bonita que tem na loja. Não só as pernas bonitas, o tampo também. Aí chega em casa, e com a desculpa de não deixar a mesa sujar, a pessoa vai lá e me joga um forro de algodão, de seda, de poliéster com desenhos de flores ou de chás em cima da mesa.
Mas espera, é mais fácil passar um pano na mesa depois que sujar ou lavar um forro inteiro toda vez que cair um pouco de feijão ou margarina nele? Aliás, o que gasta mais tempo? O que gasta mais água e sabão?
No fim você gasta mais dinheiro e paciência pra lavar um forro que está tampando toda a beleza da mesa cara e bonita que você comprou.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Obs.:

Puta Merda Blogger!!!!

Acordar de manhã



Eu odeio com todas as minhas forças levantar cedo. Eu tomo banho de noite pra não ter que tomar banho de manhã. Acostumei meu organismo desde muito nova a não tomar café da manhã pra poder prolongar o tempo na cama.

Mas sobre esse assunto existem mais duas coisas que me deixam mais puta ainda.

Uma delas é combinar de encontrar alguém pela manhã e essa pessoa atrasar. Na verdade, eu odeio atrasos também, mas isso vocês já sabem. Mas se a pessoa atrasa, nem que sejam dez minutos pela manhã, dá uma raiva tremenda. Seriam mais minutos na cama, poxa, é inevitável calcular quantas sonecas do despertador do celular isso daria.

A outra coisa que me irrita é gente que levanta fazendo barulho. Só porque é seu horário de acordar não quer dizer que seja o meu. Ainda mais se for fim de semana. Dá vontade de pegar aquele bastão de baisebol escondido em baixo da cama e descer na cabeça do sujeito! Sei que tem coisa que não tem como evitar, como uma porta que geme ou o chuveiro barulhento, mas precisa bater a porta, ligar a TV no volume que assiste às 15:00, andar pela casa de salto alto ou gritar pra acordar o pai?

Morar em apartamento é um filme de terror por causa disso. É todo tipo de barulho no apartamento de cima, onde tem uma mulher vaidosa (salto) que é mãe de família (bater bife, amassar alho, etc) e tem filhos pequenos (andar de motoca, jogar brinquedos no chão). Mas ainda tem o vizinho do lote ao lado que tem filhos pequenos que deviam morar em sobrado e aprenderam a gritar pra chamar os pais, os irmãos, o cachorro, a prima, xingar, reclamar, chorar...

Ah, acordar de manhã é mesmo um inferno! Fico pensando como consegui passar tantos anos da minha vida acordanto a tempo de chegar na escola às 7:00 da manhã. Isso é muita tortura. Filho da puta o cara que inventou que aula devia começar às 7:00. Em pensar que hoje em dia eu levanto cedo pra malhar... é cada coisa...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Horários



Não vejo sentido na tal "pontualidade britânica". Eu sou uma pessoa que acredita que o mundo inteiro deveria ser pontual, não só a Inglaterra. Isso é tão sem sentido!

O relógio existe no mundo há milhares, quiçá milhões, de anos. Tenho certeza de que ele existe por um motivo, sabe? E um dos motivos dele existir é para que as pessoas possam marcar compromissos em um 'tempo' certo, da forma mais fácil para que todos os envolvidos não cheguem ao ponto de se desencontrarem ou que haja transtornos e esperas.

Se uma pessoa incorpora um relógio na vida dela, a vida fica bem mais fácil. Mesmo que seja pra olhar só de vez em quando, quando marcar compromissos. Dessa forma você evita que a pessoa (ou as pessoas) que te espera fique de mau humor e te receba mal.

Resumindo, marque compromissos na hora em que você puder comparecer. Nunca antes. E por mais que você chegue com mil desculpas (mesmo que sejam verdadeiras) e justificativas sobre o motivo do seu atraso, sempre causará frustração pois faltou um toque de respeito e consideração a partir do momento em que não ligou, ou ao menos mandou uma mensagem, afinal, hoje em dia quase todo mundo tem celular e gastam apenas alguns minutos para escrever "vou atrasar".

Amizade antiga



Eu sempre gosto demais das pessoas. Mas eu tenho um problema muito sério, talvez seja reflexo da forma que fui criada, eu não sei me manter próxima.

Existem aquelas pessoas que parecem existir na nossa vida desde sempre, a memória mais antiga de diversão, as pessoas estão lá. São ex-vizinhos e ex-colegas de ensino fundamental e pré-escola. Muitos deles, na verdade, não passaram de um ou dois anos perto da gente, mas eram pessoas tão carismáticas e que tinham tanto a ver com agente que elas ficaram guardadas no peito.

Existem também outras pessoas que surgiram nas nossas vidas mais tarde e que passaram muito tempo por perto, fizeram parte do primeiro porre, primeira sinuca, primeiro truco, primeiro cigarro, primeiro pseudo time de hókey, primeiro vestibular, primeiro cursinho, primeiro emprego (e primeiro salário gasto).

Eu sinto falta. Eu sinto falta profundamente. E quando vejo que pessoas que ficaram pra trás ainda mantém contato entre si é que eu vejo o quanto eu me afastei.

Foi pelos problemas em casa, foi por cansar das manias das pessoas, foi por eles cansarem de mim, foi por falar demais, foi por morar longe demais, foi por caminhar por um lado diferente, foi por começar a pensar de outra forma... Seja pelo motivo que for, passou.
Às vezes ainda procuro essas pessoas. Mas é tudo tão estranho que acabo desistindo da ideia. Tem coisas e pessoas que merecem ficar no passado.

Mas eu só queria que essas pessoas soubessem que cada momento e cada pessoa é loucamente amada pelo meu coração e as lembranças voltam à mente de tempos em tempos pra não deixar esquecer o quanto elas foram importantes na construção de quem sou.



~> Mas àqueles poucos que ainda fazem parte da minha vida, no dia-a-dia ou no de-vez-em-quando, também saibam que amo vocês.!!! (mesmo os que não lêem aqui rss)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ahn?



Não pensar faz bem à saúde mental. Sempre que penso demais, passo muito tempo absorvendo as coisas antes de dormir, vejo filmes profundos ou leio livros com conteúdo, fico triste. Talvez o segredo da felicidade seja o completo e total egoísmo.
Claro que existem as pessoas de quem agente gosta e fazem parte da nossa vida e quando falo em egoísmo não falo em não se importar com essas pessoas (compaixão, vontade de ajudar, essas coisas são sentimentos indispensáveis para se criar relações sinceras), mas falo em não fazer do problema delas nossos próprios problemas.
Também existem as pessoas que gostaríamos que fizessem parte das nossas vidas. E essas, por um motivo ou outro, tomaram caminhos diferentes dos nossos (ou nós tomamos caminhos diferentes dos delas), geralmente por livre e espontânea vontade, mesmo que culpemos qualquer outra pessoa ou acontecimento. Então, só nos resta aceitar a distância e torcer para que essas pessoas tenham um futuro brilhante, pois no fundo, todo mundo que agente gosta merece um futuro brilhante. E não se torturar por isso.
Não se torturar por nada, na verdade. O segredo da vida é viver. Saber viver por si só, saber priorizar as suas vontades sobre qualquer ourta coisa e caso não tenha certeza de qual é a sua vontade, aproveitar o momento sem saber o que tem pela frente!
Acho que isso é o mais difícil, não pensar no que vem pela frente e saber aproveitar cada momento dessa forma...
Bem, estou egoísta no momento. Não daquela forma em que queremos que o mundo se exploda e que cada pessoa morra dolorosa e lentamente... Mas é um egoísmo impensado que me deixa contente e me faz querer as outras pessoas contentes também.

Faz sentido???

Talvez a palavra seja orgulho.
Ou talvez seja algum outro sentimento sem nome... Mas recomendo um enorme FODA-SE pra tudo que deixou de acontecer e tudo que aconteceu errado. Eu estou onde estou porque caminhei até aqui e é daqui que vou seguir em frente. Quer saber? Sejam felizes e aproveitem o pouco que cada um tem sem lamentações.
Clichê? Pode ser. Não sei se é verdade absoluta, mas talvez possa fornecer uma felicidade, ao menos momentânea. Mas e daí? Afinal, todos sabemos que não seremos felizes 100% do tempo e acredito que nem 50% do tempo (porque passamos a maior parte das nossas vidas com sentimentos ruins guardados dentro da gente). Mas se eu tenho a chance de aumentar minusculamente essa porcentagem de felicidade (e não contentamento), por que não?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Quando eu estiver grávida, vou eu mesma fazer a lembrancinha de nascimento das crianças. Saquinhos recheados com alguma coisa (fibra, palha, algodão, poliéster...) com cheirinho de mamãe bebê... hmmmmmmmmm

domingo, 1 de maio de 2011

Teve Bão!

Terra Celta, teve bão
Bumerangue, teve bão
Frisbee, teve bão
Almoço Marcela, teve bão...

Dilicinha de sábado ^^