segunda-feira, 27 de maio de 2013

A cada dia

a gente se mata um pouquinho.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Aprovação

Sabe todas aquelas vezes em que eu fui durona e disse "foda-se, eu não preciso da aprovação de ninguém"?? Pois é, acontece que eu preciso sim. Não de todos, metade do mundo eu quero que se exploda, mas algumas pessoas eu realmente gosto, de todo coração... e seria muito bom ter o apoio de algumas.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Sobre se dar.

Não acredito que seja possível alcançar a liberdade (considerando que não existem níveis de liberdade, pois a liberdade em si não aceita amarras, mesmo que pequenas) a menos que haja a opção e a coragem de se viver como eremita, realmente, louco e só. E mesmo assim a própria natureza impõe limitações.
Estamos, desde a formação da primeira célula do nosso corpo, ainda no ventre da mãe, fadados a depender das escolhas uns dos outros. A permissão dos nossos pais, a compaixão dos professores, o equilíbrio com os companheiros, a prepotência dos chefes, a pressa dos cobradores, a disponibilidade dos vendedores...
Enxergo o mundo, então, como um lugar onde só se é possível viver através de trocas: de favores, de experiência, de amores. A cada momento que conquistamos qualquer coisa na nossa vida, sabemos que foi o outro que sóm cedeu, quem abriu mão de algo; e da mesma forma, só proporcionamos alegrias ao próximo se fornecermos parte de nós mesmos.
Há, portanto, os injustiçados. Aqueles que cedem mais do que recebem, ou ao menos pensam assim. E aí quem é que pode julgar se é real ou drama quando a pessoa respira fundo e engole em seco todos os seus sonhos porque eles dependem tanto da disposição de outro, enquanto ela os atrasa para que o outro possa realizar os dele? E até que ponto um cede ao outro?
E no fim, a escolha foi sempre sua. A escolha de não quebrar as barreiras, de não ir mais longe, de não lutar, não colocar a cara a tapa e ter qualquer atitude. Talvez a pouca experiência que tenhamos nisso possa ter sido traumatizante; ou talvez tenhamos sido tão reprimidos desde sempre que nos tornamos simplesmente medrosos.
Não importa, na verdade. Viver um dia de cada vez pra ver onde chegamos, sem colocar o carro na frente dos bois pois o que tiver de ser, será. Será? Será que o universo coloca na nossa frente tudo o que é pra ser nosso ou cada conflito é um desafio para saber se somos mesmo merecedores? E pra falar a verdade, estamos sempre sós. Sempre fechados no nosso mundo, ora cedendo, ora recebendo, mas essencialmente sós.
Queria tanto que a vida fosse tão fácil quando Hollywood me fez acreditar...

domingo, 5 de maio de 2013

Eu guardo um ódio tão grande dentro de mim por certas pessoas (ou pela lembrança de certas situações) que chega a doer no fundo do estômago.