O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
As palavras fogem na ânsia de não se afogarem, assim como os pensamentos.
2 comentários:
Espero que Caio Fernando Abreu esteja te reconfortando. ou não porque as vezes ele pega pesado, eu sei.
♥ pra você.
oi. passando aqui só para avisar que mudei o blog.
agora estou nesse [mente saudosa] beijocas!
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