O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
Era uma vez uma menina das ideias enroladas, Como os cachos do seu cabelo. E ela tinha a alma tão doída... Ela sentia tanto as dores do mundo, Que chegava a doer na gente as dores dela.