No mundo sempre existiu o preconceito e a repreensão à liberdade de opinião e expressão, mesmo depois que esses direito passaram ma ser garantidos por lei em boa parte do mundo. Isso não é nenhuma novidade, o preconceito não vem de agora, não se originou na semana passada. Mas o que tem acontecido é que, depois de muito tempo calada, a população resolve voltar a agir contra a repreensão.
Protestos de todos os tipos tem acontecido no mundo todo. Mamaços, Slut Walk, e agora a Marcha da Liberdade, que surgiu após o governo brasileiro proibir a utilização da palavra "maconha" em uma passeata a favor da legalização da mesma. Muitas pessoas foram agredidas por policiais mal preparados (porque sim, os policiais do nossa Brasil além de receberem uma micharia ainda são mal preparados, cumprem ordens de bater, atirar e machucar um bando de crianças e assim o fazem, são ensinados a não pensar por si próprios).
Não importa muito se sou a favor ou contra a legalização da maconha. Na verdade eu não tenho uma opinião bem formada sobre isso, não quero meus filhos fumando machonha sem nenhum peso na consciência, mas concordo que legalização é diferente de liberação. Mas o que importa mesmo é que o governo quis calar a boca da população, num país que se diz democrático, e isso não prestou. Eles, impensadamente, levaram a discussão a uma esfera muito mais ampla, a da liberdade de expressão.
Diversos grupos se sentiram no direito de protestar. Eu quero ser livre pra falar sobre o que eu quiser, seja sobre a maconha, sobre a homossexualidade, sobre o caralho a quatro, e eu não quero ser repreendida por isso. Quem cala a boca de um grupo logo se sentirá no direito de calar a boca dos outros, e isso não é certo, definitivamente não.
Sou mulher, tenho uma certa quantidade de sangue feminista correndo nas veias apesar de nuca ter sido ativista, sou bruxa, sou minoria, e nçao gosto da ideia de forçar todo mundo a ser cristão e seguir um costume patriarcal, mas mais que isso, eu quero esse direito de falar, de abrir a boca e gritar pro mundo que acho isso uma babaquisse, e não quero nenhuma lei ou liminar me proibindo desse direito.
Todo mundo tem algo pra lutar, pra defender. Você pode não ter vontade de sair de casa e lutar, mas no dia em que te proibirem de falar aí você vai se sentir ofendido.
Mas enfim, a Marcha da Liberdade. Em Uberlândia (MG) houve uma passeata, no mesmo dia e horário em que o resto do Brasil havia combinado, dia 18 de junho das 14 às 18 hrs. Pela contagem "oficial" (entre aspas porque não sei de onde saiu essa contagem...) foram pouco mais de uma centena de manifestantes, mesmo que eu tenha tido a impressão de ser 200 a 250 pessoas. Dentre os manifestantes estiveram:
Pessoas lutando pelos direitos dos LGBTs:

Ambientalistas:

Ciclistas:

Crianças:

Cachorros:

Marionetes (contra a demolição do Teatro Grande Otelo):

Dentre várias outras pessoas, sozinhas ou acompanhadas, lutando por um único propósito, a LIBERDADE. E houve, inclusive, um grito a favor do aumento salarial e maior reconhecimento do trabalho da Polícia Militar, que fez um ótimo trabalho cuidando da segurança dos participantes e, em momento algum, houve qualquer tipo de conflito.
A Marcha foi linda, uma energia ótima. Eu sinceramente admito que fiquei com medo de só aparecer gente que queria a legalização da maconha e eu não poderia lutar por isso já que não tenho opinião formada, mas fiquei muito feliz de ver tanta gente diferente, tanta luta diferente.
Fico feliz que a população esteja voltando a levantar a voz para a repreensão política, somos mais poderosos que eles. Aliás, que lhes dá poder somos nós, temos controle sobre eles e não eles sobre nós. Fico feliz de fazer parte dessa geração. Fico feliz.
~> Todas as fotos são de minha autoria. Não tem problema se quiser utilizá-las, mas faça devida referência a Ludmila G. Rodrigues.
Protestos de todos os tipos tem acontecido no mundo todo. Mamaços, Slut Walk, e agora a Marcha da Liberdade, que surgiu após o governo brasileiro proibir a utilização da palavra "maconha" em uma passeata a favor da legalização da mesma. Muitas pessoas foram agredidas por policiais mal preparados (porque sim, os policiais do nossa Brasil além de receberem uma micharia ainda são mal preparados, cumprem ordens de bater, atirar e machucar um bando de crianças e assim o fazem, são ensinados a não pensar por si próprios).
Não importa muito se sou a favor ou contra a legalização da maconha. Na verdade eu não tenho uma opinião bem formada sobre isso, não quero meus filhos fumando machonha sem nenhum peso na consciência, mas concordo que legalização é diferente de liberação. Mas o que importa mesmo é que o governo quis calar a boca da população, num país que se diz democrático, e isso não prestou. Eles, impensadamente, levaram a discussão a uma esfera muito mais ampla, a da liberdade de expressão.
Diversos grupos se sentiram no direito de protestar. Eu quero ser livre pra falar sobre o que eu quiser, seja sobre a maconha, sobre a homossexualidade, sobre o caralho a quatro, e eu não quero ser repreendida por isso. Quem cala a boca de um grupo logo se sentirá no direito de calar a boca dos outros, e isso não é certo, definitivamente não.
Sou mulher, tenho uma certa quantidade de sangue feminista correndo nas veias apesar de nuca ter sido ativista, sou bruxa, sou minoria, e nçao gosto da ideia de forçar todo mundo a ser cristão e seguir um costume patriarcal, mas mais que isso, eu quero esse direito de falar, de abrir a boca e gritar pro mundo que acho isso uma babaquisse, e não quero nenhuma lei ou liminar me proibindo desse direito.
Todo mundo tem algo pra lutar, pra defender. Você pode não ter vontade de sair de casa e lutar, mas no dia em que te proibirem de falar aí você vai se sentir ofendido.
Mas enfim, a Marcha da Liberdade. Em Uberlândia (MG) houve uma passeata, no mesmo dia e horário em que o resto do Brasil havia combinado, dia 18 de junho das 14 às 18 hrs. Pela contagem "oficial" (entre aspas porque não sei de onde saiu essa contagem...) foram pouco mais de uma centena de manifestantes, mesmo que eu tenha tido a impressão de ser 200 a 250 pessoas. Dentre os manifestantes estiveram:
Pessoas lutando pelos direitos dos LGBTs:
Ambientalistas:
Ciclistas:
Crianças:
Cachorros:
Marionetes (contra a demolição do Teatro Grande Otelo):
Dentre várias outras pessoas, sozinhas ou acompanhadas, lutando por um único propósito, a LIBERDADE. E houve, inclusive, um grito a favor do aumento salarial e maior reconhecimento do trabalho da Polícia Militar, que fez um ótimo trabalho cuidando da segurança dos participantes e, em momento algum, houve qualquer tipo de conflito.
A Marcha foi linda, uma energia ótima. Eu sinceramente admito que fiquei com medo de só aparecer gente que queria a legalização da maconha e eu não poderia lutar por isso já que não tenho opinião formada, mas fiquei muito feliz de ver tanta gente diferente, tanta luta diferente.
Fico feliz que a população esteja voltando a levantar a voz para a repreensão política, somos mais poderosos que eles. Aliás, que lhes dá poder somos nós, temos controle sobre eles e não eles sobre nós. Fico feliz de fazer parte dessa geração. Fico feliz.
~> Todas as fotos são de minha autoria. Não tem problema se quiser utilizá-las, mas faça devida referência a Ludmila G. Rodrigues.



