O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
~> Nuvem negra na cabeça ~> Nó apertado na garganta ~> Faca atravessada no peito
3 comentários:
Eu tento, juro que tento...
Reverteria o sentido das marés se isso fosse capaz de levar a dor embora...
...tem uma pedra entalando amiga! =T
É desse jeitinho mesmo!
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