O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
"e não tens que ter medo. porque as pessoas sobrevivem a qualquer coisa. só não há como viverem sem ser felizes."
Um comentário:
há sim, vivo a alguns anos...
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