O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
"Eu não consigo mais viver sem você não, garota".
Não
Tem
Preço
Nenhum comentário:
Postar um comentário