O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Eu quero
Ainda
Uma música que você me prometeu
Ler seus poemas inspirados
Ser sua musa
Ainda
Ouvir você me chamar
De anjo
De alma gêmea
Ser o motivo do seu riso
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