O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Deixa eu te contar uma coisa
Quando você está sem falar comigo, às vezes você me encosta durante a noite. Meu coração vai lá no céu.
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