O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Ônibus.
O muro em xadrez com branco e amarelo. Uma "sete-copas" na porta. O reflexo do pé da senhora no vidro. Passam casas, animais, pessoas... vidas. Cada um em seu próprio mundo. São mundos separados que têm todos os outros mundos dentro de si. Eu sou absolutamente responsável pelo meu mundo e o que faço dele. Também sou igualmente responsável pelo que provoco nos mundos dentro do meu. Sou absolutamente responsável. Vidas vazias. Vidas tão cheias de nada e tão cheias de tudo que ninguém percebe. Mas eu me importo. EU me importo.
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Um comentário:
e eu com seus escritos com milhões de significados...
alias, como sabe que não fui eu que escrevi? xD
as vezes uso pseudonimos e vc nem sabe
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