O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Somos tristes transeuntes de uma realidade que insta entre o chorar e a falta de ânimo. Como diria Móveis, "sou apenas mais um alegre deprê". Não se nega o ser, e o ser é triste, é depressivo e melancólico. Não se nega a realidade, e ela não é feita de rosas. Somos tristes transeuntes de uma realidade que insta entre o chorar e a falta de ânimo. A alegria momentânea e o riso são imagem da realidade ilusória na qual todos permeiam em algum momento, mas a verdade, meu caro, é que o ser é triste em sua essência. Mas... Qual seria a graça dessa realidade ilusória se não fosse o fato de conhecer a dor e o sofrimento? Qual seria a graça se eu não exagerasse e chorasse como uma criança sempre que posso ou quero ou me sinto assim, desse jeito que ninguém sabe como é porque só eu sinto(como todos pensam)? Sou apenas mais uma alegre deprê, no fim das contas.
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2 comentários:
Por mais que tentamos colocar uma carapaça bem forte sobre nós, não fugimos da dor. tudo terá de nos atingir porque somos animais sentimentais e não conseguimos controlar as nossas emoções.
e kalisia te adora//
Eu penso demais. as vezes parece que minha mente não pára.
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Boa noite, bons sonhos.
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