O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
I feel like I'm stuck in my twelves... the same feeling, the same routine, the same fucking will of desappearing... crying my brains out the hole day...
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