O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Enfim! Ano novo e definitivamente vida nova!
Só me falta um pouco mais de habilidade para usar a palavra falada da mesma forma que as coisas soam na minha cabeça!
Nenhum comentário:
Postar um comentário