O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
eu nunca vou esquecer daquele menino loiro, magro, de olhos claros e a cara cheia de espinha inflamada que conversou comigo no avião de são paulo a atlanta. ou os estadunidenses são mesmo muito amigáveis em toda a extensão do país ou ele acha que por ser brasileira eu me importo em saber da vida dele. obrigada por me ensinar que quando o cara namora uma menina, a mãe dele não é a "mother in law" dela, ela é só a mãe dele.
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