O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
2 comentários:
deleite.
suponho que nunca terei.
Espero que não após a rotina rodopiante do processo.
Deixe-me, por favor, pelo menos, compreender o que passo.
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