O que é visto, ou ouvido, ou sentido... pelo cérebro é digerido. O que se absorve, bem... o que resta, amém. Meus dedos regurgitam em palavras o que meu corpo não pode segurar para si. Minhas asas se abrem molhadas ainda, logo após a saída do casulo... vou-me embora após passado o mal estar... juro que ainda vou-me embora.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
"E eu? Qual o meu papel no meio de tudo isso? (...) Serei uma laranja mecânica?"
Um comentário:
Laranja talvez.
Mecanica jamais...
Não precisa querer machucar pessoas para mostrar que não é.
É notada e amada a km de distância...
hm, um comentario sobre o suco não seria oportuno xD
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